terça-feira, 26 de julho de 2011
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Dia Mundial de Luta Contra a AIDS – camisinha feminina é opção de prevenção para as mulheres
No data em que o mundo chama atenção para uma das doenças que mais devastam populações no mundo, o alerta de prevenção é essencial.
O Brasil é um dos países do mundo a distribuir a camisinha feminina gratuitamente em serviços públicos especializados, como insumo estratégico de prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV. A camisinha feminina é oferecida juntamente com a caminha masculina aumentando a proporção de relações sexuais protegidas, sem desestimular o uso da camisinha masculina e, ao mesmo tempo, fortalecendo a capacidade de negociação das mulheres. Até o momento mais de 16 milhões de camisinhas femininas foram distribuídas gratuitamente no Brasil.
Segundo o Ministério da Saúde, o vírus do HIV está no 5° lugar do ranking das doenças que mais matam no mundo. A discriminação e o preconceito contra as pessoas que possuem o vírus HIV/AIDS são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da AIDS e ao diagnóstico. “A camisinha masculina é muito popularizada, porém, não é a única forma de prevenção. Além dela, existe a camisinha feminina que enfrenta tabu e preconceito por falta de conhecimento. A prevenção deve estar sob a responsabilidade de ambos os sexos, independente de qualquer fator ou circunstância” ressalta Simone Martins da Semina, distribuidora de preservativo feminino.
Segundo Simone, no momento da relação sexual a mulher se sente constrangida em pedir para o parceiro colocar a camisinha, por temer que ele sinta desconforto na relação. Por isso, a camisinha feminina se torna uma opção de prevenção, uma vez que facilita a negociação da prática do sexo seguro.
Para esclarecer dúvidas sobre a camisinha feminina, Simone elaborou “mitos e verdades” sobre a camisinha feminina:
- A camisinha feminina é segura?
VERDADE. Estudos clínicos demonstraram que a camisinha feminina de borracha nitrílica (material sintético) é um método bastante seguro e eficaz na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV.
- O material da camisinha feminina faz barulho durante a relação sexual?
MITO. Existem alguns relatos de que as primeiras camisinhas femininas, fabricadas em poliuretano, faziam barulho. Já a camisinha feminina de borracha nitrílica, um material mais fino e macio, proporciona uma relação sexual mais prazerosa tanto para a mulher quanto para o homem.
- A camisinha pode ser colocada antes da relação sexual?
VERDADE. A camisinha feminina pode ser colocada antes ou no momento da relação sexual.
- A camisinha pode desaparecer dentro do corpo da mulher?
MITO. A camisinha feminina cobre o colo do útero e a abertura do colo é tão pequena que impossibilita a passagem da camisinha através dessa abertura.
- A camisinha feminina depende da ereção do pênis?
MITO. Como a camisinha feminina é colocada dentro da vagina, não depende da ereção do pênis. Muitos homens sentem-se mais confortáveis quando sua parceira usa a camisinha feminina, pois não aperta o pênis e não incomoda durante a relação sexual.
- A camisinha feminina pode causar alergia?
MITO. A camisinha feminina é feita de um material antialérgico e, por isso é uma excelente opção para homens e mulheres que têm alergia ao látex. Além disso, o uso da camisinha feminina não apresenta efeitos colaterais.
- A camisinha feminina é mais segura na proteção de HPV e herpes?
VERDADE. A camisinha feminina oferece proteção adicional ao recobrir a região dos lábios vaginais, ajudando a prevenir a infecção pelo vírus HPV e herpes. Além disso, o sexo oral pode ser feito sobre a camisinha feminina.
- O custo do preservativo feminino é alto e não é distribuído nos posto de saúde?
MITO. O preservativo feminino está disponível em postos de saúde em vários municípios brasileiros.
Terapia fotodinâmica: uma luz na luta contra o câncer de pele
Tratamento elimina células malignas sem causar dor e com resultados estéticos favoráveis
Na estação mais quente do ano, o verão, um alerta sobre aquele que é o tipo de câncer mais comum no Brasil: o câncer de pele. De acordo com estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), os tumores de pele representam 25% de todos os casos de tumores malignos registrados no país a cada ano.
Os avanços tecnológicos nessa área vêm crescendo gradualmente. A terapia fotodinâmica, por exemplo, é uma forma de tratamento eficaz e não invasivo, com altas taxas de cura.
“Na terapia fotodinâmica, um creme seletivo é aplicado à pele, sendo absorvido apenas pelas células malignas. Os estudos demonstram que desde que a indicação do tratamento e sua aplicação sejam corretas os percentuais de cura são significativos, estimados em 93%” explica o dermatologista Dr. Luis Torezan.
Segundo o especialista, a irradiação da luz concentrada e direcionada para a área a ser tratada ativa o creme, destruindo as células cancerígenas. Por evitar um procedimento cirúrgico, a terapia fotodinâmica oferece melhores resultados estéticos, evitando cicatrizes. Além disso, o paciente é liberado no mesmo dia, podendo retornar para a casa pouco depois do fim do procedimento.
“É preciso ficar atento ao surgimento de feridas que não cicatrizam, principalmente no rosto. Sinais rosados, transparentes e que apresentam pequenos vasos no seu interior podem ser indícios de câncer de pele”, alerta o dermatologista.




