terça-feira, 11 de agosto de 2009

ESTRANGEIROS DOAM SUAS FÉRIAS PARA PROJETO SOLIDÁRIO

Em vez de sol, praia e descanso, um grupo de sete empregados de empresas do Grupo Telefônica na Europa, mais duas brasileiras da Telefônica no Brasil, estão aproveitando o período de férias para ajudar a ACER (Associação de Apoio à Criança em Risco), entidade de Diadema que atende 400 crianças e jovens e está engajada em um dos programas da Fundação Telefônica, o Pró-Menino.

Esta é a 5º edição do projeto Férias Solidárias da Telefônica, mas é a primeira vez que acontece no Brasil e, ao contrário do que se possa pensar, a última coisa que os voluntários farão é descansar. Durante três semanas, eles terão uma jornada intensa de 8 horas de trabalho, de segunda a sábado, que inclui atividades esportivas e culturais, além da pintura da biblioteca da entidade e de um mutirão para plantio de árvores.

A iniciativa partiu deles mesmos em abdicar de seu descanso para ajudar o próximo. ”Desde criança, eu sempre colaborei em projetos de solidariedade para a escola, doando meus brinquedos. Hoje, como empregado da Telefônica, não posso dedicar tempo integral, mas posso partilhar o pouco que tenho, o meu tempo nas minhas férias, ajudando pessoas que têm as mesmas necessidades que nós, mas não as mesmas oportunidades, e isso me faz sentir completo e descansado ” conta Alberto Mouriño, um dos voluntários.

Todos trazem consigo algum tipo de experiência e conhecimento em diversas áreas como: informática, artesanatos, recreação, teatro, música etc. O objetivo é auxiliar no crescimento pessoal e no desenvolvimento de crianças e jovens que fazem parte de instituições que são apoiadas pelo Pró-Menino, um dos principais programas da Fundação Telefônica, que atua na consolidação dos direitos da criança e do adolescente.A ACER tem certa dificuldade no recrutamento de voluntários, por lidar com crianças e jovens em situação de risco. Bryn Gorry, que faz parte do time de voluntários, afirma saber lidar com a situação: “Eu tenho uma experiência com jovens e crianças consideradas vulneráveis ou em risco, além de desenvolver workshops para que os grupos desenvolvam a confiança uns nos outros” explica.

O projeto “Férias Solidárias” já foi realizado na Argentina, Equador, El Salvador, México, Panamá e Peru.


Período: entre 3 e 20 de agosto

Local: ACER – Rua João Antonio de Araújo, 427 – Bairro Eldorado – Diadema – SP
Horário: das 9h às 18h, de segunda-feira a sexta; das 9h às 14h, aos sábados
Destaques da programação:
- Dia 08/08 – Pintura da biblioteca
- Dia 15/08 – Plantação de árvores no bairro (50 voluntários da Telefônica participarão)

GISELE GAZOLLI

CIGARRO: O MELHOR AMIGO DAS RUGAS


Vilão da saúde, o cigarro não só prejudica o organismo e causa diversas doenças, como seus males se refletem nitidamente na pele.

De acordo com a dermatologista Dra. Marisa Gonzaga, o fumo afeta a microcirculação de todo o organismo, inclusive da pele, que passa a receber menor quantidade de nutrientes e oxigênio. Além disso, o tabaco reduz a produção de colágeno, o que acelera o envelhecimento e o aparecimento de rugas.

O fumo é ainda um potente produtor de radicais livres, conhecidos por promover o envelhecimento das células. De acordo com especialistas, além de precoces, as rugas que surgem na pele dos fumantes geralmente já se manifestam como vincos profundos e bem visíveis. Na região da boca, o movimento repetitivo de puxar e soltar a fumaça agrava ainda mais o problema.

A jovem Marcela Arantes, estudante de publicidade, começou a fumar aos 17 anos e, hoje, com apenas 22, já sente os reflexos do vício. “No começo eu não notava mudança na minha pele, mas, ao olhar algumas fotos, noto a transformação e a modificação da textura” comenta. “Eu tinha o rosto mais corado e nenhuma linha de expressão, mas elas já começaram a aparecer”.

A reversão dos prejuízos que o cigarro causa na pele é lenta e demorada, explica a Dra. Marisa, e são necessários tratamentos com diversas formas de atuação, como antioxidantes, estimuladores de colágeno e substâncias para ativar a circulação.

A melhor solução é mesmo despedir-se do cigarro o quanto antes, pois os efeitos são cumulativos e o organismo agradece. “Eu sempre digo às pacientes: na pele é possível ver os estragos que ocorrem no restante do corpo”, resume a dermatologista.
GISELE GAZOLLI
Texto produzido para o site : www.rugasnuncamais.com.br