Vilão da saúde, o cigarro não só prejudica o organismo e causa diversas doenças, como seus males se refletem nitidamente na pele.
De acordo com a dermatologista Dra. Marisa Gonzaga, o fumo afeta a microcirculação de todo o organismo, inclusive da pele, que passa a receber menor quantidade de nutrientes e oxigênio. Além disso, o tabaco reduz a produção de colágeno, o que acelera o envelhecimento e o aparecimento de rugas.
O fumo é ainda um potente produtor de radicais livres, conhecidos por promover o envelhecimento das células. De acordo com especialistas, além de precoces, as rugas que surgem na pele dos fumantes geralmente já se manifestam como vincos profundos e bem visíveis. Na região da boca, o movimento repetitivo de puxar e soltar a fumaça agrava ainda mais o problema.
A jovem Marcela Arantes, estudante de publicidade, começou a fumar aos 17 anos e, hoje, com apenas 22, já sente os reflexos do vício. “No começo eu não notava mudança na minha pele, mas, ao olhar algumas fotos, noto a transformação e a modificação da textura” comenta. “Eu tinha o rosto mais corado e nenhuma linha de expressão, mas elas já começaram a aparecer”.
A reversão dos prejuízos que o cigarro causa na pele é lenta e demorada, explica a Dra. Marisa, e são necessários tratamentos com diversas formas de atuação, como antioxidantes, estimuladores de colágeno e substâncias para ativar a circulação.
A melhor solução é mesmo despedir-se do cigarro o quanto antes, pois os efeitos são cumulativos e o organismo agradece. “Eu sempre digo às pacientes: na pele é possível ver os estragos que ocorrem no restante do corpo”, resume a dermatologista.
De acordo com a dermatologista Dra. Marisa Gonzaga, o fumo afeta a microcirculação de todo o organismo, inclusive da pele, que passa a receber menor quantidade de nutrientes e oxigênio. Além disso, o tabaco reduz a produção de colágeno, o que acelera o envelhecimento e o aparecimento de rugas.
O fumo é ainda um potente produtor de radicais livres, conhecidos por promover o envelhecimento das células. De acordo com especialistas, além de precoces, as rugas que surgem na pele dos fumantes geralmente já se manifestam como vincos profundos e bem visíveis. Na região da boca, o movimento repetitivo de puxar e soltar a fumaça agrava ainda mais o problema.
A jovem Marcela Arantes, estudante de publicidade, começou a fumar aos 17 anos e, hoje, com apenas 22, já sente os reflexos do vício. “No começo eu não notava mudança na minha pele, mas, ao olhar algumas fotos, noto a transformação e a modificação da textura” comenta. “Eu tinha o rosto mais corado e nenhuma linha de expressão, mas elas já começaram a aparecer”.
A reversão dos prejuízos que o cigarro causa na pele é lenta e demorada, explica a Dra. Marisa, e são necessários tratamentos com diversas formas de atuação, como antioxidantes, estimuladores de colágeno e substâncias para ativar a circulação.
A melhor solução é mesmo despedir-se do cigarro o quanto antes, pois os efeitos são cumulativos e o organismo agradece. “Eu sempre digo às pacientes: na pele é possível ver os estragos que ocorrem no restante do corpo”, resume a dermatologista.
GISELE GAZOLLI
Texto produzido para o site : www.rugasnuncamais.com.br